Se você ou alguém da sua família sofreu lesão grave na medula espinhal, resultando em paraplegia ou tetraplegia, existe hoje um tratamento experimental inovador que pode transformar a recuperação do trauma e nosso escritório pode te ajudar a obter o acesso.
Fale conosco para ter mais informações.
A Polilaminina é um medicamento experimental de tecnologia 100% brasileira, desenvolvido após 20 anos de pesquisas na UFRJ. Ela funciona como um estímulo para o corpo: sua função é tentar “religar” os nervos que foram cortados ou machucados em um acidente.
De forma simples, quando ocorre uma lesão grave na medula, a comunicação entre o cérebro e os membros é interrompida. A Polilaminina atua criando um caminho favorável para que esses sinais voltem a passar, buscando recuperar movimentos e sensibilidade.
O tratamento é focado em pessoas com lesões medulares graves, como a paraplegia ou a tetraplegia..
É importante ser transparente: a Polilaminina ainda não está nas farmácias nem no catálogo comum dos planos de saúde e do SUS.
Sócio-Fundador
Em 2026, o advogado Gabriel Traven Nascimento conduziu o primeiro caso judicial de Mato Grosso do Sul envolvendo pedido de autorização para uso compassivo da Polilaminina.
O caso ganhou repercussão estadual e foi noticiado pelo portal Midiamax, destacando a situação de um jovem tetraplégico que passou a aguardar autorização judicial para realizar o procedimento inovador.
Na reportagem, Gabriel Traven explicou os fundamentos jurídicos do pedido, a urgência imposta pela janela terapêutica e os caminhos legais possíveis para viabilizar o tratamento mesmo antes da aprovação definitiva pela ANVISA.
Esse caso marcou uma atuação pioneira e especializada, hoje voltada à análise técnica de outros pacientes em situação semelhante, sempre com responsabilidade, transparência e base científica.
Se você ou alguém próximo passou por lesões na coluna recentemente e deseja ter mais informações como buscar o tratamento, fale conosco.
Nem todas as situações permitem a via judicial ou administrativa, por isso uma análise técnica detalhada é o primeiro passo essencial.
O Dr. Gabriel Traven analisa pessoalmente se o seu caso se enquadra nos critérios de “uso compassivo” ou se há chances reais de sucesso por meio de uma ação judicial ou tentativa administrativa.
Nós orientamos você e sua equipe médica sobre como elaborar um laudo que destaque a urgência da “janela terapêutica” e a inexistência de outras alternativas eficazes.
Explicamos de forma clara quais são as possibilidades de êxito, os riscos de uma negativa judicial e quais são os limites da lei para medicamentos ainda em fase experimental.
Ela atua como um estímulo para a regeneração de neurônios que foram lesionados. O objetivo é criar um ambiente que ajude os axônios (os fios que levam o sinal nervoso) a se reconectarem, restabelecendo a comunicação entre o cérebro e o corpo
Porque ela ainda está passando por fases de testes e estudos clínicos para comprovar sua eficácia total antes de ser liberada para venda geral.
Porque ainda não possui aprovação da ANVISA para uso comercial. Por ser uma tecnologia nova e complexa, o controle é rigoroso e o acesso, por enquanto, é restrito.
Como o medicamento está em fase de estudo clínico, os efeitos ainda estão sendo analisados e documentados pela comunidade científica.
Os estudos atuais focam em casos recentes. Embora existam relatos de melhora em casos antigos, esses ainda estão sob análise e não são o foco principal da janela terapêutica atual.
A Polilaminina é uma proteína derivada da placenta humana focada em criar o ambiente para a reconexão dos nervos, sendo uma pesquisa 100% brasileira desenvolvida pela UFRJ.
Não. O fornecimento gratuito ocorre apenas para quem consegue vaga nos estudos clínicos oficiais ou por ordem da Justiça.
É quando a Justiça ou órgãos reguladores autorizam o uso de um remédio ainda não aprovado para um paciente que não tem outra opção de tratamento e corre risco grave.
É possível realizar uma análise jurídica para verificar se o seu caso permite um pedido judicial excepcional, baseado na urgência e na falta de outras alternativas.
Não. O INSS cuida apenas de pagamentos de benefícios e aposentadorias, não do fornecimento de remédios.
Porque as vagas nos estudos são limitadas. Se você não for selecionado e tiver urgência médica, o advogado é quem buscará garantir o seu direito ao tratamento na Justiça.
É o período em que o corpo tem a maior capacidade de regeneração. Após 30 dias da lesão, as chances de o medicamento funcionar podem diminuir, por isso a pressa é vital.
Cada caso exige uma avaliação médica e jurídica individualizada. Embora o foco seja a fase aguda, situações excepcionais podem ser discutidas.
Cada caso exige uma avaliação médica e jurídica individualizada. Embora o foco seja a fase aguda, situações excepcionais podem ser discutidas.
Nosso escritório físico se encontra em Campo Grande/MS, tendo conduzido o primeiro caso do Estado, mas é possível realizar o atendimento jurídico em todo o País – de forma on-line.
É uma avaliação técnica que cruza os dados médicos do paciente com as leis vigentes para saber se o pedido é juridicamente viável.
Laudos atualizados que comprovem a lesão, a gravidade e a urgência do tratamento.
Sim, o Dr. Gabriel conduziu um caso pioneiro em 2026 no MS, que serviu para abrir caminho jurídico para o uso compassivo da substância.
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